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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Google - O Perfil de Uma Empresa.



Ela é apontada como uma das empresas mais ricas e poderosas do mundo, dona de uma das marcas mais conhecidas e valiosas no planeta. A Google é a empresa de maior destaque na internet, justamente por ter se tornado uma espécie de guia de acesso da mesma, afinal, hoje em dia, seja qual for a informação que você deseja obter na internet, sua pesquisa passa primeiro pelo Google.


Tendo como principal meio de interação com o usuário final sua página de pesquisas na internet, chamada simplesmente de “Google Search” (Em português: Pesquisa Google), ela se tornou uma das páginas virtuais mais acessadas no mundo. Com uma interface simples, onde basta digitar a palavra de seu interesse em uma caixa de texto e em seguida clicar sobre o botão virtual “Pesquisa Google” para obter automáticamente uma listagem de sites, textos, documentos, imagens, vídeos e qualquer outra informação existente na internet relacionada ao objeto de sua pesquisa.


A Google tornou-se acessível a usuários de todos os níveis de conhecimento em todo o planeta, não apenas por utilizar da internet como veículo de acesso, mas também e principalmente por dispor ao usuário uma ferramenta extremamente simples e poderosa para obtenção de informações na rede mundial.


Seja um torcedor de futebol que deseja obter informações sobre o seu time no campeonato; um jornalista que deseja obter a abordagem de outros veículos de mídia, sejam eles nacionais ou internacionais, sobre o assunto de sua próxima matéria, ou ainda, um estudante que busque informações para compor seu trabalho universitário. Todos estes terão na internet sua principal e mais completa fonte de informações, e conseqüentemente no Google Search a sua principal ferramenta de busca.


Mesmo tendo no Google Search, seu principal e mais conhecido serviço, a Google tem inovado ao longo do tempo, diversificando os seus serviços e provendo, a cada dia, novas ferramentas de informática disponíveis aos seus usuários finais em todo o mundo, dentre as quais podemos citar:


Google Translator – Ferramenta de tradução automática da Google que retorna a tradução de uma palavra, frase ou texto de qualquer língua para o idioma desejado com apenas um clique de botão.


(Site: http://translate.google.com.br/#)



Google Mail – Popularmente conhecido como Gmail, este é um dos serviços de e-mail (correio eletrônico) mais utilizados do mundo.

(Site: http://mail.google.com/mail/)



Google Maps – Ferramenta que permite visualizar mapas atualizados de todo o mundo, desde países e continentes até bairros e cidades, trazendo nomes de ruas, praças, avenidas, estradas e tudo mais. Sendo possível navegar pelos mapas de todo o mundo com um simples arrastar do mouse.

(Site: http://maps.google.com.br/)




Google Earth – Ferramenta que disponibiliza fotos reais, tiradas de satélites na órbita da terra, de toda a superfície de nosso planeta. Fotos essas que são atualizadas constantemente e permitem ao usuário comum uma visão detalhada de todo o planeta, ainda com possibilidade de zoom, com a mesma facilidade operacional apresentada pelo Google Maps.


(Site: http://earth.google.com/intl/pt-BR/)



Orkut –
Rede social, que viabiliza a interação entre milhares de pessoas e grupos de todo o mundo. Já apontada como um dos maiores fenômenos de popularidade da internet esta ferramenta permite ao seu usuário conhecer pessoas, associar-se a comunidades e trocar informações com pessoas de todo o mundo.

(Site: http://www.orkut.com/)



Google Docs –
Conjunto de aplicativos destinados a geração e manipulação de arquivos de documentos, como: documentos de textos, planilhas, slides e tabelas de dados.


(Site: http://docs.google.com/)



Este são apenas alguns dos diversos aplicativos disponibilizados gratuitamente pelo Google aos seus usuários em todo o mundo, sim eu disse gratuitamente. Mas sendo o Google uma iniciativa privada, que possui como objetivo principal o lucro e não exatamente o altruísmo, como consegue ser uma das empresas mais ricas do mundo? Qual seria sua real atividade?


A atividade lucrativa de uma empresa como a Google que esta virtualmente em todo o mundo através da internet, que hoje já é vista também como um poderoso e democrático veículo de mídia, não poderia ser outra senão a velha e boa propaganda, aquela que muitos consideram ser a alma do negócio. Sim, cerca de 97% das receitas da Google são provenientes de propaganda on-line, o que em se tratando de uma empresa líder nesse segmento na internet, que nada mais é do que uma rede de computadores de alcance mundial, representa valores em torno de US$ 10,6 bilhões ao ano.


A grande jogada da Google foi a de gerar facilidade e utilidade para vender publicidade. Afinal seus serviços on-line poderiam ser acessados gratuitamente por todas as pessoas do mundo que estivessem conectadas à internet, e tais serviços atendiam a demanda pro facilidades que estes usuários necessitavam ao navegar na rede mundial de computadores. Ela fez com que usuários de todo o mundo olhassem em uma única direção, partissem de um mesmo ponto, quando o assunto fosse utilizar a internet, ela disponibilizou o acesso a dados de produtos e empresas de todo o mundo. E tendo um número gigantesco e crescente de pessoas que a utilizam como principal ferramenta em busca de informações na internet, qual empresário não desejaria que seu produto ganhasse destaque nas listas de resultado de pesquisa da Google para o seu segmento?
Principalmente nos dias de hoje onde as empresas investem de forma massiva no comércio on-line, onde é possível comprar um produto pela internet e receber o mesmo no conforto de seu lar em qualquer lugar do mundo, com alguns poucos cliques, números de cartão de crédito ou impressão de boletos bancários.



O Google se tornou um incrível viabilizador de pesquisa de preços na internet, possibilitando ao consumidor ter o site de diversos fornecedores para o produto desejado em uma única tela.
O crescimento no número de usuários e consumidores da internet é real, o que potencializa a cada dia as possibilidades de lucros ainda maiores da Google.



Com um negócio tão lucrativo e livre de uma concorrência a altura, muitos empresários poderiam se acomodar e passar o restante de suas vidas colhendo os frutos de sua empresa inovadora. Porém é exatamente neste ponto que a Google demonstra não ser apenas uma idéia que deu certo, mas sim uma empresa comprometida com a geração de novas idéias e soluções para um mundo moderno, ou sobre uma ótica mais realista, uma empresa comprometida com a geração de formas inovadoras de se obter lucro. Tal conclusão fica clara nas declarações do próprio presidente da empresa, o PhD. em Ciência da Computação, Eric Emerson Schmidt, que afirmou em entrevista a revista “Época”, intitulada “A internet ficou pequena”, que a WEB não é mais suficiente para manter o crescimento da Google, a qual já planeja novos produtos para os segmentos de TV, rádio e celular.



A Google ainda pode crescer muito em seu segmento, entretanto tem crescido em níveis cada vez menores. Enquanto seu crescimento apurado entre os anos de 2004 e 2005 foi de 400%, o crescimento apurado de 2005 para 2006 foi de apenas 73%. Um número ainda positivo e expressivo, mas distante do grande “boom” de crescimento apurado no ano anterior. O que gera uma motivação ainda maior para obter maiores níveis de crescimento atuando em novos segmentos de mercado, buscando sempre manter sua característica inovadora.



A Google é uma empresa americana de capital aberto, ou seja, uma S/A (Sociedade Anônima), que possui suas ações comercializadas na bolsa de valores NASDAQ (National Association of Securities Dealers Automated Quotations / Em português: Associação Nacional de Concessionárias de Valores Mobiliários em Cotações Automáticas). Sendo um dos papéis mais valorizados e de maior liquidez do mercado financeiro norte americano, quem é que não deseja investir seu dinheiro em uma empresa que busca estar a frente de seu tempo e obtêm através dessa postura uma alta lucratividade no mercado.



No site da NASDAQ, podemos acompanhar a cotação de inúmeras empresas do ramo da tecnologia da informação, dentre outras informações podemos obter:


AS ÚLTIMAS COTAÇÕES




(Clique na
Figura Acima para Ampliar)

* As barras azuis significa que fechou em alta, ou seja, o valor de fechamento no dia foi maior do que o valor de abertura. Já as barras vermelhas significa que fechou em baixa ou seja a cotação de abertura do dia foi maior do que a cotação de fechamento no mesmo dia. Lembrando que quedas são naturais, ocorrendo eventualmente quando um número expressivo de proprietários de um determinado papel busca por liquidez.


SUMÁRIO DE DADOS DA EMPRESA


(Clique na Figura Acima para Ampliar)


* Como podemos perceber o valor de mercado da Google em 07 de junho de 2010 é de exatamente US$ 121.768.252.017,30.


Após observar o panorama de tal empresa fico com o seguinte questionamento: Será que no Brasil uma idéia tão inovadora teria tamanho sucesso, será que sobreviveria aos 5 primeiros anos de mercado, em meio a uma pesada carga tributária e um mercado financeiro ainda fortemente voltado para commodities. Será que idéias de empresas inovadoras como a Google teriam sucesso, se começassem por aqui ou morreriam na praia? Qual seria a posição do maior estimulador e concessor de crédito do mercado brasileiro, o governo, em relação a iniciativas como essa, seriam levadas a sério ou se tornariam motivo de piada no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento)?


A impressão superficial que fica de nosso mercado nacional é que não lhe falta espírito empreendedor, mas sim o espírito capitalista, capaz de tornar uma simples idéia em um grande negócio. E uma visão mais moderna do governo brasileiro, que se propõe a ser o maior estimulador de nosso mercado, em relação a segmentos inovadores e garantia de condições de desenvolvimento da iniciativa privada.




Fontes de Pesquisa:


Site da Revista Época - http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EDG77162-8056,00.html


Site do Jornal – Folha de São Paulo - http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u97638.shtml


Site da Bolsa de Valores Eletrônicos – NASDAQ - http://www.nasdaq.com/


Site da Enciclopédia Eletrônica – Wikipédia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Google


Site do Google - http://www.google.com.br/




Carlos Magaldi.


domingo, 25 de julho de 2010

Estado x Mercado

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Tema de discussão que se estende ao longo dos anos, a questão sobre qual força deve direcionar os rumos da economia é motivo de debate crescente ainda nos dias de hoje. Estado ou mercado? Quem deve ditar os rumos da economia?

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Até o século XVIII o absolutismo ainda era a teoria política dominante no mundo, nesta época o estado detinha total poder sobre a economia. Os principais países do continente europeu adotavam o mercantilismo como política econômica, o qual, defendia que o acúmulo de riquezas era a principal expressão de poder de uma nação.

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Em busca de promover aumento da riqueza nacional, o estado absolutista mantinha como algumas de suas principais características econômicas:

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  • Metalismo – que se traduzia no acúmulo de metais preciosos, ou seja, o aumento das reservas de ouro e prata do estado.
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  • Industrialização – que consistia no estímulo a criação de novas indústrias em território nacional que gerassem produtos manufaturados, os quais, por possuírem maior valor comercial do que a maioria dos produtos agrícolas e matérias-primas obteriam maiores receitas no mercado, principalmente no mercado internacional, o qual possibilitaria um aumento na captação de recursos financeiros do exterior.

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  • Protecionismo alfandegário – que correspondia à adoção de elevadas taxas de importação, de forma a desestimular a entrada de produtos internacionais no mercado nacional, protegendo desta forma as empresas locais de enfrentarem uma concorrência direta com produtos do exterior.

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  • Balança comercial favorável – que defendia a idéia de obter um valor total de exportações sempre superior ao valor total de importações apurado no mesmo período.

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Mesmo sendo estas, características mercantilistas, adotadas por estados absolutistas no século XVIII ainda é possível observar, com certa facilidade, mesmo nos tempos atuais, que os estados modernos e democráticos apresentam tendências similares, quando não idênticas, para se definirem como uma nação economicamente forte.

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Mas o que havia de tão errado no modelo de estado absolutista? Inúmeros fatores podem ser apresentados na resposta desta questão. Dentre eles, os fatos: do estado estar acima da lei e não de ser regido por esta; de intervir diretamente na economia, visando apenas o enriquecimento da coroa e não necessariamente o bem-estar social; de não reconhecer o direito à propriedade privada e tantos outros abusos de poder. Todas respostas válidas, mas sem dúvida foi à busca pelo livre comércio a mola-mestra para a queda de um regime de governo, onde o estado era o único detentor do poder de mando sobre os caminhos adotados pela economia.

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As barreiras comerciais determinadas pelo estado limitavam a capacidade de ganhos de produtores, e comerciantes que apoiaram e fomentaram a doutrina do liberalismo, como nova teoria política a ser adotada pelo estado. O qual deixaria de intervir na economia de forma arbitrária, permitindo que esta se se desenvolve pelas regras de mercado e não mais pelos seus interesses próprios.

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A queda do absolutismo foi marcada pela revolução americana (1776-1783), que instituiu a independência dos Estados Unidos da América sobre a coroa britânica, e também pela revolução francesa (1789-1799), que derrubou a monarquia na França. Acontecimentos históricos, que foram fortemente influenciados pelos ideais liberais, disseminados pelo filósofo inglês John Locke (1632-1704).

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Nascia um novo estado, pautado nas características liberais de:

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  • Individualismo – Consiste na valorização da liberdade pessoal, a autonomia, a privacidade e o respeito pelos outros indivíduos e opondo-se à tradição, à autoridade e a todas as formas de controle sobre o indivíduo, especialmente quando exercidas pelo estado.

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  • Estado de Direito – Consiste na concepção de um estado pautado em leis, e não simplesmente na vontade de seus governantes, onde tanto o cidadão comum, como o próprio governo tem seus direitos e deveres garantidos e delimitados por um conjunto de normas jurídicas.

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  • Propriedade Privada – Consiste no direito do produtor sobre aquilo que produz e seus meios de produção.

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  • Divisão de Poderes – Consiste na divisão da autoridade do estado em três esferas administrativas, independentes e harmônicas entre si, sendo estas definidas nos poderes: executivo, legislativo e judiciário.

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  • Livre Mercado – Consiste na não intervenção do estado no mercado econômico, permitindo que os interesses de oferta e procura, e não mais o governo, determine aquilo que se deve produzir, o quanto se deve produzir ou mesmo o preço que se deva praticar.

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  • Direitos Humanos – Consiste no conjunto de direitos fundamentais assegurados por lei a cada indivíduo, como: o direito à vida, à dignidade humana, à liberdade física, de religião, de credo e de expressão.

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  • Igualdade de Direitos – Consiste na garantia de não discriminação e direitos iguais a cada cidadão.

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  • Estado Laico – Consiste no governo livre de influência religiosa.

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Essa nova abordagem de gestão pública permitiu um rápido desenvolvimento do comércio e da indústria, gerando os recursos necessários para que a própria iniciativa privada pudesse promover a revolução industrial no século XIX. Ao longo deste século, alguns dos países mais desenvolvidos do mundo aboliram a escravidão, e sob a bandeira da igualdade de direitos entre os homens, promoveram a queda de um sistema que garantia a maior parte da mão-de-obra mundial. Entretanto, sem desmerecer a grandeza de tal motivo, vale salientar o intuito econômico que existia por de trás disto,. Neste caso, o fato de que substituindo a mão-de-obra escrava por uma funcionários assalariados, haveria um aumento na capacidade de consumo da população, o que beneficiaria a crescente expansão do capitalismo em todo o mundo.

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O mercado passou então a ditar os rumos da economia, a concentração das indústrias próximo aos centros urbanos promoveu o um êxodo da população rural em direção as grandes cidades, em busca de empregos que lhe proporcionassem melhores salários. Não demorou, para que a oferta de mão-de-obra superasse a demanda pela mesma, permitindo que os empresários pagassem salários cada vez menores aos seus funcionários, por maiores jornadas de serviço, afinal, assim como o governo absolutista o mercado não possuía compromisso com o bem-estar social, mas sim com o lucro.

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Apesar da exploração da mão-de-obra assalariada, o capitalismo continuou a evoluir, ganhando força, principalmente nos Estados Unidos da América após a primeira guerra mundial (1914-1918), a qual deixou uma Europa destruída, e conseqüentemente demandante de renda, produtos e serviços internacionais. Demandas estas, financiadas em boa parte pela Alemanha, que no tratado de Versalhes (1919), foi totalmente responsabilizada pelas perdas e destruições causadas pela guerra em um valor total de 33 milhões de dólares, sendo este, um valor relevante para a época.

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Foi apenas em 1930, com a grande depressão sofrida pelos Estados Unidos da América, que em boa parte foi causada pela recuperação das economias européias, as quais passaram a importar cada vez menos por recuperarem sua capacidade produtiva. O que conseqüentemente levou a quebra na bolsa de valores americana, decorrente da queda na demanda por produtos americanos, que se acumulavam nos estoques, gerando queda nos preços e na produção de mercadorias, provocando assim o desemprego e o colapso no comércio.

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O pensamento econômico clássico defendia a idéia de que o mercado seria auto-regulável, tendendo sempre ao equilíbrio, pois a queda nos preços geraria aumento na demanda e queda na oferta até que houvesse escassez, de forma que o preço retornaria a subir, até estabilizar em um preço onde oferta e demanda se mantivessem estáveis, pois acaso este preço subisse demasiadamente a demanda cairia, provocando assim uma nova queda nos preços. Mas tal crise fez o mundo repensar o papel do estado na economia, pois mesmo respeitando a teoria econômica clássica, como seria possível precisar em quanto tempo a economia retomaria seu equilíbrio, ou mesmo se isso seria possível, afinal quem compraria os excedentes de produção, gerados para atender a demanda de todo um continente? A teoria clássica, profundamente baseada no pensamento liberal, que advogava pela não intervenção do estado na economia, infelizmente não possuía a solução para tal questão no curto prazo.

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Como já diria o economista britânico John Maynard Keynes:

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“A longo prazo, todos estaremos mortos”.

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Talvez tenha sido imbuído por um pensamento similar que o então presidente dos Estados Unidos da América, o Sr. Franklin Delano Roosevelt, resolveu que era hora do estado voltar a intervir na economia, de forma a garantir a continuidade do bom funcionamento do mercado, como o próprio bem-estar social. Para isso, o presidente Franklin Roosevelt adotou um pacote de medidas denominado “New Deal” (Novo Acordo), que dentre outra medidas instituiu:

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  • O controle sobre bancos e instituições financeiras.
  • A construção de obras de infra-estrutura para a geração de empregos e aumento do mercado consumidor.
  • A concessão de subsídios e crédito agrícola a pequenos produtores familiares.
  • A criação da previdência social.
  • A estipulação de um salário mínimo a ser pago ao trabalhador.
  • A garantia de direitos aos idosos, desempregados e inválidos.
  • O combate da corrupção no governo.
  • E o incentivo à criação de sindicatos, dedicados a defesa dos interesses dos trabalhadores junto aos seus empregadores.


Estas medidas auxiliariam tanto ao produtor, que se beneficiaria com subsídios e o aumento do consumo por parte do governo, quanto do operário, que teria além do aumento do emprego gerado pelo reaquecimento da economia maior poder de negociação com seus empregadores, devido ao fortalecimento dos sindicatos, e também a garantia de direitos como o salário-mínimo e a previdência social. Como a crise nos Estados Unidos da América, gerou reflexos no restante do mundo, a solução adotada por eles para esta crise influenciou outras nações, ao longo do tempo, adotarem medidas semelhantes, quando não idênticas, como prevenção a possíveis crises causadas pela queda na demanda.

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Tal solução possui total embasamento na obra do economista britânico John Maynard Keynes, intitulada, como: “A teoria geral do emprego, juros e dinheiro”. Na qual ele defende a intervenção do estado, de forma a gerar o aumento da demanda agregada, garantindo assim a continuidade do funcionamento do mercado, principalmente em casos de crise econômica.

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O estado passava então a ter um novo papel na economia, o qual primava tanto pelo bem-estar social, quanto pelo bom funcionamento e evolução do próprio mercado.

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Desde então o estado vem assumindo uma participação cada vez maior na sociedade, seja provendo serviços básicos de atendimento a população, em áreas como segurança, saúde e educação. Ou ainda em setores nos quais a iniciativa privada não demonstra interesse ou não possui condições econômicas de atuar.

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Um dos maiores problemas ocorre quando o estado passa a assumir atividades econômicas que poderiam ser mais bem exploradas pela iniciativa privada, desestimulando a entrada de empresas particulares no setor, ou mesmo impedindo esta possibilidade por força da lei. Nesses casos, o estado pode estar gerando barreiras para o desenvolvimento econômico, impedindo o desenvolvimento da concorrência em um determinado setor, sob o viés do melhor atendimento do interesse público, ou pela garantia de que as riquezas nacionais serão exploradas e desenvolvidas por instituições públicas do próprio país.

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Sem concorrência, a qual existiria naturalmente em um setor operacionado pela iniciativa privada, é comum perder-se a eficiência e tolir o desenvolvimento, uma vez atingido o modelo de produto que satisfaça a demanda, não haverá estímulo para a evolução de técnicas, redução de custos, melhoria do produto e até mesmo a geração de produtos novos e complementares ao já existente. Fatalidades estas, que não ocorreriam se o setor fosse explorado pela iniciativa privada, em um regime aberto de concorrência. Pois sendo o objetivo das empresas obter o maior lucro possível, a melhoria das técnicas de produção, reduziriam os custos, o desenvolvimento do produto, captaria maior número de consumidores, a geração de produtos novos e complementares, faria com que a empresa obtivesse maior evidência no mercado em relação as suas concorrentes.

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Sendo o objetivo do governo, o provimento do bem-estar público e não exatamente o lucro, o mesmo não se apresenta como um eficiente gestor de empresas. Mas não restam dúvidas que como gestor de mercado, desde que haja vontade política, o estado é o único que possui as ferramentas capazes de administrar o mercado nacional como um todo.

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Talvez a questão a ser respondida não é quem deve direcionar a economia. Talvez não se trate de estatizar ou privatizar. Talvez não seja uma mera escolha entre estado ou mercado. Mas sim, a busca pelo equilíbrio entre essas duas forças, de forma que uma complemente a outra, de forma a fortalecer a economia, sem comprometer o bem-estar social.

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Fontes de Pesquisa:


  • Livro: Elementos da Teoria Geral do Estado (Dalmo de Abreu Dallari).


  • Livro: Novíssimo Dicionário de Economia (Paulo Sandroni).


  • Livro: História do Pensamento Econômico (E. K. Hunt).





Carlos Magaldi.


segunda-feira, 15 de março de 2010

Microeconomia – Ponto de Lucro Máximo (Continuação)

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Proponho a resolução de um exercício, para sedimentar melhor os conhecimentos adquiridos sobre a maximização de lucros.

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1). Uma firma tem seu custo total (CT) dado pela expressão:

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CT = Q^3 – 2Q^2 +8Q + 6

...

Sendo o preço (P) de seu produto no mercado:

...

P = 23

...

Calcule:

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a). A quantidade de produção (Q) que irá resultar na obtenção do lucro máximo (LMx) para esta empresa:

...

* Sendo o custo total (CT) desta empresa dado por:

...

CT = Q^3 – 2Q^2 +8Q + 6

...

* E o preço (P) de seu produto:

...

P = 23

...
* Sabendo que a empresa alcançará seu lucro máximo (LMx) no ponto em que sua receita marginal (RMg) se igualar ao seu custo marginal (CMg), ou seja:
...
CMg = RMg

...
* Da mesma forma, sabemos que a receita marginal se dará pela variação na receita total (RT) dividida pela variação na quantidade produzida (Q):
...

RMg = (RT1 –RT0) / (Q1 – Q0)
...
* O que também pode ser expresso como:
...
RMg = ∆RT / ∆Q
...

* Ou ainda, obtida pelo resultado da derivada da receita total (RT), dividida pelo resultado da derivada da quantidade produzida (Q), ou seja:

...
RMg = ∂(RT) / ∂(Q)

...

(Clique na figura acima para ampliar)

...

* Sendo a receita total (RT) dada por:

...

RT = P * Q

...

* Teremos:

...

RT = 23Q

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* Dessa forma, teremos uma receita marginal (RMg), dada por:

...

RMg = ∂(RT) / ∂(Q)

...

RMg = ∂(23Q) / ∂(Q)

...

RMg = (23 * 1 * (Q^(1-1))) / (1*(Q^(1-1)))

...

RMg = 23 * Q^0 / 1 * Q^0

...

RMg = 23 * 1 / 1 * 1

...

RMg = 23 / 1

...

RMg = 23

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Obs.: Perceba que a receita marginal (RMg) será igual ao preço (P). Isso ocorre pois em um mercado de concorrência as empresas as empresas são tomadoras de preço (Price Takers). Ou seja, elas são obrigadas a adotar o preço praticado pelo mercado, visto a existência de um vasto número de fornecedores e consumidores do mesmo produto. O que anula o poder de um único ofertante ou demandante deste produto influenciar o mercado, neste caso o preço será determinado pelo equilíbrio das forças de oferta e demanda. Qualquer empresa que tente praticar um preço maior verá a demanda pelo seu produto cair a zero, pois os consumidores do mesmo sabem que podem encontrar tal produto no mercado a um preço menor. Acaso a empresa venda a um preço abaixo do valor praticado no mercado para aquele produto, estará reduzindo sua receita, visto que adotando o preço e mercado haverá demanda para consumir toda a sua produção, mas se praticar um preço menor continuará havendo demanda pelo consumo de toda a sua produção, porém a empresa estará obtendo um valor bem menor, devido a pratica de preços abaixo do estipulado pelo mercado.

...

Dessa forma a receita marginal (RMg), que será a receita obtida por uma unidade adicional de produto vendido, será sempre igual ao preço, em um mercado de concorrência perfeita. Ou seja, ao vender uma unidade adicional do produto a empresa obtêm um valor adicional igual ao preço do produto vendido, sendo assim, temos:

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RMg = P

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* Conscientes de que o custo marginal (CMg) se dará pela variação no custo total (CT) dividida pela variação na quantidade produzida (Q):

...

CMg = (CT1 –CT0) / (Q1 – Q0)

...

* O que também pode ser expresso como:

...

CMg = ∆CT / ∆Q

...

* Ou ainda, obtido pelo resultado da derivada do custo total (CT), dividido pelo resultado da derivada da quantidade produzida (Q), ou seja:

...

CMg = ∂(CT) / ∂(Q)

...

* Dessa forma teremos:

...

CMg = ∂(Q^3 -2Q^2 + 8Q + 6) / ∂(Q)

...

CMg = (3*Q^(3-1) – 2*2*Q^(2-1) + 8*1*Q^(1-1) + 0) / (1*Q^(1-1))

...

CMg = (3Q^2 – 4Q^1 + 8Q^0) / (1*Q^0)

CMg = (3Q^2 – 4Q + 8*1) / (1*1)

...

CMg = 3Q^2 – 4Q + 8 / 1

CMg = 3Q^2 – 4Q + 8

...

* Tendo determinado o custo marginal (CMg) e a receita marginal (RMg) busquemos agora o lucro máximo da empresa, determinado no ponto em que o custo marginal (CMg) se iguala a receita marginal (RMg), ou seja:

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CMg = RMg

3Q^2 – 4Q + 8 = 23

...

3Q^2 - 4Q + 8 – 23 = 0

...

3Q^2 – 4Q – 15 = 0

* Ora, ora uma equação do segundo grau.

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(Clique na figura acima para ampliar)

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* Dessa forma teremos:

...

3Q^2 – 4Q – 15 = 0

...

Q = (- (-4) ± √ ((4)^2 – 4 * 3 * (-15)) / (2*3)

...

Q = (4 ± √ (16 + 180)) / 6

...

Q = (4 ± √ 196) / 6

...

Q = (4 ± 14) / 6

...

Q’ = (4 +14) / 6

...

Q’ = 18 / 6

...

Q’ = 3

...

* Neste ponto descobrimos que a quantidade de produção (Q) onde a empresa obterá o lucro máximo será igual a três.

...

Q” = (4 - 14) / 6

...

Q” = - 10 / 6

...

Q” = - 1,6666667 ==> - 1,7

...

* A obtenção de um valor negativo é descartada.

...

* Portanto a quantidade que maximiza o lucro será:

...

Q = 3

...

b). A receita total (RT) obtida no ponto de lucro máximo (Lmx) desta empresa:

...

* Sendo a receita total (RT) dada por:

...

RT = Q * P

...

* Sabendo que:

...

Q = 3

...

P = 23

...

* Teremos:

...

RT = Q * P

...

RT = 3 * 23

...

RT = 69

...

* Portanto a receita total (RT) aferida no ponto de lucro máximo desta empresa será:

...

RT = 69

...

c). O custo total (CT) aferido no ponto de lucro máximo (Lmx) desta empresa:

...

* Sendo o custo total dado por:

...

CT = Q^3 – 2Q^2 +8Q + 6

...

* Sabendo que:

...

Q = 3

...

* Teremos:

...

CT = Q^3 – 2Q^2 +8Q + 6

...

CT = (3^3) – 2*(3^2) + (8*3) + 6

...

CT = 27 – 2*9 + 24 + 6

...

CT = 27 – 18 +30

...

CT = 39

...

* Portanto a receita total (RT) aferida no ponto de lucro máximo desta empresa será:

...

CT = 39

...

d). O lucro máximo (LMx) que a empresa irá aferir nestas condições:

...

* Sendo o lucro (L) dado por:

...

L = RT – CT

...

* Sabendo que:

...

RT = 69

...

CT = 39

...

* Teremos

...

L = 69 – 39

...

L = 30

...

* Portanto o lucro máximo (LMx) da empresa será:

...

LMx = 30

...

e). O lucro no entorno do ponto de lucro máximo, ou seja, para Q = 2 e Q = 3,5:

...

* Sendo Q = 2, teremos, uma receita total (RT) dada por:

...

RT = Q * P

...

RT = 2 * 23

...

RT = 46

...

* Um custo total (CT) dado por:

...

CT = Q^3 – 2Q^2 +8Q + 6

CT = (2^3) – 2*(2^2) + (8*2) + 6

CT = 8 – 2*4 + 16 + 6

CT = 8 – 8 + 22

CT = 22

...

* Um lucro máximo dado por:

...

L = RT – CT

...

L = 46 – 22

...

L = 24

...

* Sendo Q = 3,5, teremos, uma receita total (RT) dada por:

...

RT = Q * P

...

RT = 3,5 * 23

...

RT = 80,5

...

* Um custo total (CT) dado por:

...

CT = Q^3 – 2Q^2 +8Q + 6

...

CT = (3,5^3) – 2*(3,5^2) + (8*3,5) + 6

...

CT = 42,875 – 2*12,25 + 28 + 6

...

CT = 42,875 – 24,5 + 34

CT = 52,375

...

* Um lucro máximo dado por:

...

L = RT – CT

...

L = 80,5 – 52,375

...

L = 28,125

...

* Como o lucro máximo (LMx) obtido para Q = 2 foi de LMx = 14, e para Q = 3,5 foi de LMx = 28,125. Sendo ambos os resultados, valores inferiores ao resultado apurado no ponto de lucro máximo, neste caso LMx = 30. Confirmamos a teoria de que qualquer resultado obtido em um ponto anterior ou posterior ao ponto do lucro máximo (LMx), ou seja, em seu entorno, será inferior ao valor obtido no ponto de lucro máximo da empresa.

...

d). A receita marginal (RMg) e o custo marginal (CMg) no entorno do ponto de lucro máximo, ou seja, para Q = 2 e Q = 3,5:

...

* Sendo RMg = P e P = 23, teremos:

...

RMg = 23

...

* Sendo CT = Q^3 -2Q^2 + 8Q + 6, teremos:

...

CMg = ∂(CT)

...

CMg = ∂(Q^3 -2Q^2 + 8Q + 6) / ∂(Q)

...

CMg = (3*Q^(3-1) – 2*2*Q^(2-1) + 8*1*Q^(1-1) + 0) / (1*Q^(1-1))

...

CMg = (3Q^2 – 4Q^1 + 8Q^0) / (1*Q^0)

...

CMg = (3Q^2 – 4Q + 8*1) / (1*1)

...

CMg = 3Q^2 – 4Q + 8 / 1

...

CMg = 3Q^2 – 4Q + 8

...

* Senda assim, para Q = 2 teremos:

...

CMg = 3Q^2 – 4Q + 8

...

CMg = 3*(2^2) – 4*2 + 8

...

CMg = 3*4 – 8 + 8

...

CMg = 12

...

* Já para Q = 3,5 teremos:

...

CMg = 3Q^2 – 4Q + 8

...

CMg = 3*(3,5^2) – 4*3,5 + 8

...

CMg = 3*12,25 – 14 + 8

...

CMg = 36,75 – 6

...

CMg = 30,75

...

* Para facilitar, podemos ainda dispor os dados obtidos em uma planilha como esta:

...


(Clique na figura acima para ampliar)


(Clique na figura acima para ampliar)


Carlos Magaldi.

Graduando em Economia.