A Teoria da Produção consiste na idéia de que a quantidade produzida de um determinado produto esta diretamente relacionada à quantidade de insumos (fatores de produção) empregados na fabricação do mesmo. Sendo esses insumos (fatores de produção), elementos como: mão-de-obra, matéria-prima, máquinas e equipamentos e etc.
...
Paralelamente a Teoria da Produção, temos também a Teoria dos Custos de Produção, ou simplesmente Teoria dos Custos. A qual se traduz na idéia de que a quantidade produzida de um determinado produto esta diretamente relacionada aos seus custos de produção. Ou seja, o preço que o produtor paga pelos insumos (fatores de produção), como: mão-de-obra, matéria-prima, máquinas e equipamentos e etc.
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Estas duas teorias constituem a Teoria da Oferta da Firma Individual, e são de fundamental importância para o produtor. Pois através delas, este conseguirá obter dados cruciais para a formulação do preço que seu produto terá no mercado, bem como, para a análise de qual nível de produção poderá lhe proporcionar maior lucro em sua atividade.
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Vejamos então estas teorias um pouco mais de perto.
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1). Teoria da Produção
...
A quantidade produzida de um determinado produto irá variar em função da quantidade de cada insumo empregado em sua produção. O que pode ser expresso como:
...
Q = F (x1, x2, x3, ... , xn)
...
Onde:
...
Q = Quantidade Produzida do Produto.
...
x1 = Quantidade empregada no processo produtivo do insumo 1.
...
x2 = Quantidade empregada no processo produtivo do insumo 2.
...
x3 = Quantidade empregada no processo produtivo do insumo 3.
...
xn = Quantidade empregada no processo produtivo do insumo “n”.
...
Obs.: Sendo esta expressão, conhecida como: A Função de Produção.
...
Esses insumos (fatores de produção) utilizados pelas empresas em seu processo produtivo podem ser classificados como fatores de produção fixos ou variáveis.
Onde:
...
a). Fatores Fixos de Produção - São aqueles cuja quantidade utilizada não se modifica em detrimento de variações na quantidade produzida, como: máquinas e instalações.
...
b). Fatores Variáveis de Produção – São aqueles cuja quantidade utilizada varia de acordo com a quantidade produzida, como: mão-de-obra e matéria-prima.
...
Enquanto a Função Produção possuir ao menos um Fator Fixo de Produção, teremos uma situação de Curto Prazo. Pois no Longo Prazo existirão apenas Fatores Variáveis de Produção. Ou seja:
...
...
b). Análise de Longo Prazo – Ocorre quando a função de produção de um determinado produto é composta apenas por fatores variáveis de produção. Como:
...
Q = F (K, N)
...
Onde:
...
Q = Quantidade Produzida do Produto.
...
K= Capital (Variável).
...
N = Quantidade empregada de mão-de-obra no processo produtivo.
...
Tomando por base essas duas definições podemos perceber a origem de uma afirmativa tão utilizada na microeconomia clássica, a qual nos diz: “No curto prazo, apenas os fatores de produção variáveis serão capazes de causar alterações na quantidade produzida. Já no longo prazo, todos os fatores de produção serão variáveis”.
...
Vejamos agora um exemplo prático da aplicação dos conhecimentos envolvidos na teoria da produção.
...
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Paralelamente a Teoria da Produção, temos também a Teoria dos Custos de Produção, ou simplesmente Teoria dos Custos. A qual se traduz na idéia de que a quantidade produzida de um determinado produto esta diretamente relacionada aos seus custos de produção. Ou seja, o preço que o produtor paga pelos insumos (fatores de produção), como: mão-de-obra, matéria-prima, máquinas e equipamentos e etc.
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Estas duas teorias constituem a Teoria da Oferta da Firma Individual, e são de fundamental importância para o produtor. Pois através delas, este conseguirá obter dados cruciais para a formulação do preço que seu produto terá no mercado, bem como, para a análise de qual nível de produção poderá lhe proporcionar maior lucro em sua atividade.
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Vejamos então estas teorias um pouco mais de perto.
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1). Teoria da Produção
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A quantidade produzida de um determinado produto irá variar em função da quantidade de cada insumo empregado em sua produção. O que pode ser expresso como:
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Q = F (x1, x2, x3, ... , xn)
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Onde:
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Q = Quantidade Produzida do Produto.
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x1 = Quantidade empregada no processo produtivo do insumo 1.
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x2 = Quantidade empregada no processo produtivo do insumo 2.
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x3 = Quantidade empregada no processo produtivo do insumo 3.
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xn = Quantidade empregada no processo produtivo do insumo “n”.
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Obs.: Sendo esta expressão, conhecida como: A Função de Produção.
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Esses insumos (fatores de produção) utilizados pelas empresas em seu processo produtivo podem ser classificados como fatores de produção fixos ou variáveis.
Onde:
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a). Fatores Fixos de Produção - São aqueles cuja quantidade utilizada não se modifica em detrimento de variações na quantidade produzida, como: máquinas e instalações.
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b). Fatores Variáveis de Produção – São aqueles cuja quantidade utilizada varia de acordo com a quantidade produzida, como: mão-de-obra e matéria-prima.
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Enquanto a Função Produção possuir ao menos um Fator Fixo de Produção, teremos uma situação de Curto Prazo. Pois no Longo Prazo existirão apenas Fatores Variáveis de Produção. Ou seja:
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b). Análise de Longo Prazo – Ocorre quando a função de produção de um determinado produto é composta apenas por fatores variáveis de produção. Como:
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Q = F (K, N)
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Onde:
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Q = Quantidade Produzida do Produto.
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K= Capital (Variável).
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N = Quantidade empregada de mão-de-obra no processo produtivo.
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Tomando por base essas duas definições podemos perceber a origem de uma afirmativa tão utilizada na microeconomia clássica, a qual nos diz: “No curto prazo, apenas os fatores de produção variáveis serão capazes de causar alterações na quantidade produzida. Já no longo prazo, todos os fatores de produção serão variáveis”.
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Vejamos agora um exemplo prático da aplicação dos conhecimentos envolvidos na teoria da produção.
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(Clique na figura acima para ampliar)
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Analisando a planilha acima, podemos verificar que, até certo ponto, o aumento do número de trabalhadores no processo produtivo contribui em níveis crescentes para a produção. Mas que a partir de um dado ponto, a continuidade de acréscimos de trabalhadores no processo produtivo, causa níveis de produtividade cada vez menores.
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A partir deste ponto, onde o acréscimo de mais trabalhadores no processo produtivo, passa a causar queda na produtividade. Dizemos que passa a vigorar a lei de Rendimentos Decrescentes.
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Podemos também constatar, que neste caso, o ponto que nos apresenta o maior nível de produtividade é aquele em que empregamos 3.000 trabalhadores para 10 alqueires de terra. Pois neste ponto, cada trabalhador produz em média 8 toneladas do produto. Perceba que apesar do ponto seguinte apresentar o mesmo nível de produtividade, o mesmo demanda 1.000 trabalhadores a mais. Sim, no ponto seguinte empregando 4.000 trabalhadores para 10 alqueires de terra, teremos uma produtividade média de 8 toneladas por trabalhador. Sendo assim, neste caso, o número de 3.000 trabalhadores para 10 alqueires de terra deve ser considerado a escolha ótima do produtor, pois obtêm a maior produtividade com um menor número de mão-de-obra envolvida.
...
Devemos nos lembrar, que o resultado pretendido pelo produtor sempre será aquele em que possa obter o maior lucro possível em sua atividade. Atingir esse ponto não significa simplesmente obter a maior produção, tão pouco aferir o menor custo possível. Mas sim, atingir o ponto de maior diferença entra receita e custo, o ponto de maior produtividade, que será o seu ponto de lucro máximo.
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Com base na planilha de produção, vista anteriormente, vejamos quais gráficos podemos traçar.
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A partir deste ponto, onde o acréscimo de mais trabalhadores no processo produtivo, passa a causar queda na produtividade. Dizemos que passa a vigorar a lei de Rendimentos Decrescentes.
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Podemos também constatar, que neste caso, o ponto que nos apresenta o maior nível de produtividade é aquele em que empregamos 3.000 trabalhadores para 10 alqueires de terra. Pois neste ponto, cada trabalhador produz em média 8 toneladas do produto. Perceba que apesar do ponto seguinte apresentar o mesmo nível de produtividade, o mesmo demanda 1.000 trabalhadores a mais. Sim, no ponto seguinte empregando 4.000 trabalhadores para 10 alqueires de terra, teremos uma produtividade média de 8 toneladas por trabalhador. Sendo assim, neste caso, o número de 3.000 trabalhadores para 10 alqueires de terra deve ser considerado a escolha ótima do produtor, pois obtêm a maior produtividade com um menor número de mão-de-obra envolvida.
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Devemos nos lembrar, que o resultado pretendido pelo produtor sempre será aquele em que possa obter o maior lucro possível em sua atividade. Atingir esse ponto não significa simplesmente obter a maior produção, tão pouco aferir o menor custo possível. Mas sim, atingir o ponto de maior diferença entra receita e custo, o ponto de maior produtividade, que será o seu ponto de lucro máximo.
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Com base na planilha de produção, vista anteriormente, vejamos quais gráficos podemos traçar.
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(Clique na figura acima para ampliar)
(Clique na figura acima para ampliar)
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Perceba que a partir do ponto em que obtemos o maior nível de produtividade, neste caso 8.000 toneladas de produtividade média por trabalhador, gerada pelo emprego de 3.000 trabalhadores para 10 alqueires de terra, passará a vigorar a lei de Rendimentos Decrescentes. Sendo assim, cada novo emprego de mão-de-obra, irá gerar níveis cada vez menores de produtividade. Chegando ao ponto de atingir níveis negativos de produtividade, gerando assim, custos maiores do que receitas, levando o produtor a incorrer em prejuízos.
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Lembre-se que produção e produtividade são coisas distintas. Enquanto a produção se refere a quantidade produzida de um determinado produto, a produtividade se refere a capacidade produtiva da empresa. Como mostra o nosso exemplo, mesmo tendo uma produção de 42 toneladas, a empresa apresenta uma produtividade decrescente, o que significa que esta utilizando um número de recursos acima do necessário para gerar tal produção. E como bem sabemos, de nada adianta produzir muito, se seus custos de produção suplantam a receita gerada pela sua atividade.
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Voltando ao foco da Teoria da Produção, lembro que esta faz referência apenas a produção que podemos obter para diferentes quantidades de fatores de produção alocados no processo produtivo. Conceitos de “lucro”, “prejuízo”, “receita” e “custos” não fazem parte do seu escopo. Quando os utilizei, foi apenas com o intuito de dar ao leitor, uma visão mais abrangente dos reflexos que os resultados da Teoria da Produção irão apresentar no quadro geral de uma empresa.
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Veja agora como os gráficos de produção e produtividade podem ser co-relacionados, mostrando o nível de produtividade correspondente para cada nível de produção. Co-relacionei o ponto de maior produtividade, com seu respectivo nível de produção, e também o ponto de menor produtividade com seu respectivo nível de produção. Sim, como um bom observador, ou observadora, você irá perceber que existe um ponto no gráfico que apresenta um nível de produtividade ainda menor. Mas este ponto não se limita a esboçar uma queda no nível de produtividade da firma mas também em sua quantidade produzida que cai de 44 toneladas para 42 toneladas, com um número maior de trabalhadores empregados no processo produtivo, não podendo ser mais um ponto limite de produção a ser aceito em nossas análises.
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Perceba que a partir do ponto em que obtemos o maior nível de produtividade, neste caso 8.000 toneladas de produtividade média por trabalhador, gerada pelo emprego de 3.000 trabalhadores para 10 alqueires de terra, passará a vigorar a lei de Rendimentos Decrescentes. Sendo assim, cada novo emprego de mão-de-obra, irá gerar níveis cada vez menores de produtividade. Chegando ao ponto de atingir níveis negativos de produtividade, gerando assim, custos maiores do que receitas, levando o produtor a incorrer em prejuízos.
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Lembre-se que produção e produtividade são coisas distintas. Enquanto a produção se refere a quantidade produzida de um determinado produto, a produtividade se refere a capacidade produtiva da empresa. Como mostra o nosso exemplo, mesmo tendo uma produção de 42 toneladas, a empresa apresenta uma produtividade decrescente, o que significa que esta utilizando um número de recursos acima do necessário para gerar tal produção. E como bem sabemos, de nada adianta produzir muito, se seus custos de produção suplantam a receita gerada pela sua atividade.
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Voltando ao foco da Teoria da Produção, lembro que esta faz referência apenas a produção que podemos obter para diferentes quantidades de fatores de produção alocados no processo produtivo. Conceitos de “lucro”, “prejuízo”, “receita” e “custos” não fazem parte do seu escopo. Quando os utilizei, foi apenas com o intuito de dar ao leitor, uma visão mais abrangente dos reflexos que os resultados da Teoria da Produção irão apresentar no quadro geral de uma empresa.
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Veja agora como os gráficos de produção e produtividade podem ser co-relacionados, mostrando o nível de produtividade correspondente para cada nível de produção. Co-relacionei o ponto de maior produtividade, com seu respectivo nível de produção, e também o ponto de menor produtividade com seu respectivo nível de produção. Sim, como um bom observador, ou observadora, você irá perceber que existe um ponto no gráfico que apresenta um nível de produtividade ainda menor. Mas este ponto não se limita a esboçar uma queda no nível de produtividade da firma mas também em sua quantidade produzida que cai de 44 toneladas para 42 toneladas, com um número maior de trabalhadores empregados no processo produtivo, não podendo ser mais um ponto limite de produção a ser aceito em nossas análises.
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(Clique na figura acima para ampliar)
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2). Teoria dos Custos
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Como já sabemos, diferente da Teoria da Produção, que consiste na idéia de que a quantidade produzida de um determinado produto esta diretamente relacionada a quantidade de cada fator de produção alocado em seu processo produtivo. A Teoria dos Custos nos diz que a quantidade produzida de um determinado produto esta diretamente relacionada aos custos dos seus fatores de produção.
...
Lembrando que os custos totais de produção, são dados pela soma dos Custos Fixos aos Custos Variáveis. Sendo o Custo Fixo dado pelo valor empregado nos Fatores Fixos de Produção, como: máquinas e instalações. Enquanto o Custo Variável é dado pelo valor dos Fatores Variáveis de Produção empregados no processo produtivo, como: mão-de-obra e matéria-prima. Dessa forma, podemos dizer que:
...
CT = CFT +CVT
...
Onde:
...
CT = Custos Totais.
...
CFT = Custos Fixos Totais.
...
CVT = Custos Variáveis Totais.
...
Obs.: Na contabilidade os Custos Variáveis são chamados de Custos Diretos, enquanto os Custos Fixos são chamados de Custos Indiretos.
...
Assim como na Teoria da Produção, a Teoria dos Custos também faz referência a curto e longo prazo. Sendo:
...
a). Custos Totais de Curto Prazo: Aqueles compostos por Custos Fixos e Variáveis.
...
b). Custos Totais de Longo Prazo: Aqueles compostos unicamente por Custos Variáveis, visto que no longo prazo não existem Fatores Fixos de Produção.
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Vejamos agora um exemplo prático da aplicação dos conhecimentos envolvidos na teoria dos custos.
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Como já sabemos, diferente da Teoria da Produção, que consiste na idéia de que a quantidade produzida de um determinado produto esta diretamente relacionada a quantidade de cada fator de produção alocado em seu processo produtivo. A Teoria dos Custos nos diz que a quantidade produzida de um determinado produto esta diretamente relacionada aos custos dos seus fatores de produção.
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Lembrando que os custos totais de produção, são dados pela soma dos Custos Fixos aos Custos Variáveis. Sendo o Custo Fixo dado pelo valor empregado nos Fatores Fixos de Produção, como: máquinas e instalações. Enquanto o Custo Variável é dado pelo valor dos Fatores Variáveis de Produção empregados no processo produtivo, como: mão-de-obra e matéria-prima. Dessa forma, podemos dizer que:
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CT = CFT +CVT
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Onde:
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CT = Custos Totais.
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CFT = Custos Fixos Totais.
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CVT = Custos Variáveis Totais.
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Obs.: Na contabilidade os Custos Variáveis são chamados de Custos Diretos, enquanto os Custos Fixos são chamados de Custos Indiretos.
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Assim como na Teoria da Produção, a Teoria dos Custos também faz referência a curto e longo prazo. Sendo:
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a). Custos Totais de Curto Prazo: Aqueles compostos por Custos Fixos e Variáveis.
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b). Custos Totais de Longo Prazo: Aqueles compostos unicamente por Custos Variáveis, visto que no longo prazo não existem Fatores Fixos de Produção.
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Vejamos agora um exemplo prático da aplicação dos conhecimentos envolvidos na teoria dos custos.
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(Clique na figura acima para ampliar)
(Clique na figura acima para ampliar)
(Clique na figura acima para ampliar)
Carlos Magaldi
Graduando em Economia
7 comentários:
adorei o tema, mim salvou, pois mim serviu bastante pra um trabalho na universidade, obg.
Eu é que agradeço pela sua visita e pelo seu comentário no blog. Fico feliz que tenha gostado do post e que este tenha sido útil para você.
olha eu aki d novo, tu tem algum assunto sobre Estrutura de Mercado, segundo Stackelberg e Marçal.
ate mais.
Cara lamento, mas não tenho. Já passei por essa matéria na faculdade, mas preciso dar uma lida antes de postar algo. No momento estou meio enrolado com provas e trabalhos, mas em breve devo postar algo novo, e essa é uma boa sugestão.
MIM SALVOU ESTA NA FACULDADE? olha... é esse o Brasil do futoro
Muito bom e útil o tema.
Parabéns ao seu blog....
Abraços
Amanda
Obrigado pelo seu comentário, fico feliz que tenha gostado do texto e o considerado útil.
Ando meio atarefado, mas em breve pretendo voltar a postar novos e melhores trabalhos.
Forte abraço.
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